12 ferramentas SAST para segurança no código
Encontrar vulnerabilidades de segurança no seu código o mais cedo possível é crucial, e Static Application Security Testing (SAST) é uma prática importante para isso. Escolher entre as várias opções disponíveis pode ser desafiador, mas entender o que faz as melhores ferramentas de SAST se destacarem vai ajudar você a proteger suas aplicações com eficiência. Neste guia, a ideia é mostrar o que é SAST, por que ele importa e como escolher a solução certa para o seu time.
Melhores ferramentas de SAST por caso de uso
| Caso de uso | Melhor opção | Por que faz sentido |
|---|---|---|
| Review de segurança em PRs com apoio de IA | Kodus | Melhor opção quando o time quer feedback de segurança e qualidade dentro dos pull requests, com regras customizadas, BYOK, contexto do repositório e plugins MCP. |
| Qualidade de código + governança de segurança | SonarQube | Bom para times que querem quality gates, code smells, vulnerabilidades, cobertura e governança entre repositórios. |
| AppSec developer-first | Snyk Code | Útil quando o time quer SAST, SCA, containers, IaC e correções próximas do fluxo do desenvolvedor. |
| Plataforma AppSec enterprise | Checkmarx ou Veracode | Melhor para organizações maiores que precisam de cobertura ampla, política centralizada e operações AppSec maduras. |
| Análise semântica nativa do GitHub | GitHub CodeQL | Forte para times que já usam GitHub Advanced Security e precisam de análise semântica profunda com queries customizadas. |
| Regras customizadas de análise estática | Semgrep | Bom para times que querem scans rápidos, regras customizadas e mais controle sobre o que é aplicado. |
| Plataforma AppSec all-in-one | Aikido | Útil quando o time quer SAST, SCA, secrets, IaC, containers e remediação em uma única plataforma. |
Como escolher uma ferramenta de SAST
Antes de escolher uma ferramenta de SAST, separe o que o seu time realmente precisa: detecção profunda de vulnerabilidades, feedback amigável para desenvolvedores, regras customizadas, relatórios de compliance, poucos falsos positivos ou cobertura completa de plataforma AppSec.
Fluxo do desenvolvedor: verifique se os achados aparecem na IDE, no pull request, no pipeline de CI ou apenas em um dashboard separado.
Relação sinal-ruído: uma ferramenta de SAST que cria muitos achados de baixa confiança pode deixar o time mais lento e reduzir a confiança no processo.
Regras customizadas: se o seu time tem padrões internos de segurança, fronteiras de arquitetura ou riscos específicos de framework, flexibilidade de regras importa.
Cobertura: olhe para linguagens suportadas, frameworks, profundidade de SAST, SCA, secrets, IaC, containers e se a ferramenta cobre sua stack real.
Deploy e preço: compare cloud, self-hosted, enterprise, open source, por desenvolvedor, por LOC e modelos de preço baseados em uso.
Lista das principais ferramentas de SAST em 2026
Existem muitas ferramentas no mercado, cada uma com seus pontos fortes e fracos. Aqui está uma visão geral das mais conhecidas:
1. Kodus

Kodus não é um scanner SAST tradicional no sentido clássico. Ela entra nesta lista porque muitos times hoje querem feedback de segurança e qualidade dentro do pull request, onde o código ainda é fácil de mudar. Em vez de enviar todo problema para um backlog de segurança separado, a Kodus funciona como uma camada de AI code review que revisa PRs, aplica regras específicas do time, usa contexto do repositório, suporta BYOK e consegue trazer contexto externo para o review por meio de plugins MCP.
Isso torna a Kodus útil para times que querem reduzir risco mais cedo no fluxo de desenvolvimento. A Kody, agente de code review, consegue comentar diretamente em pull requests, destacar padrões arriscados, aplicar padrões internos e ajudar reviewers a focar em problemas que realmente importam para a mudança revisada.
A distinção importante é que a Kodus é mais orientada a review do que a dashboard. Ferramentas SAST clássicas geralmente são centradas em scans, achados, políticas e quality gates. A Kodus é centrada na conversa do PR: o que mudou, qual regra se aplica, qual contexto importa e o que o desenvolvedor deve corrigir antes do merge.
Principais recursos
- Kody Rules: times podem criar regras de review no nível do arquivo ou no nível do pull request. As regras podem usar metadados do PR, diffs completos do PR, referências a arquivos, referências ao repositório e funções MCP para validar padrões que dependem de convenções do time, fronteiras de arquitetura, práticas de segurança ou comportamento entre arquivos.
- Checagens de segurança e qualidade em PRs: a Kodus pode ajudar a pegar padrões arriscados durante o review, como uso inseguro de APIs, validação ausente, tratamento ruim de erros, comportamento sensível exposto, suposições fracas de autorização ou mudanças que violam padrões internos de engenharia.
- Contexto do repositório: a Kody pode usar contexto e referências do repositório ao revisar mudanças, o que ajuda a reduzir feedback genérico e torna as sugestões mais alinhadas com o funcionamento real da codebase.
- BYOK e escolha de modelo: a Kodus suporta Bring Your Own Key, então os times podem conectar suas próprias chaves de provedores de modelo e controlar escolha de modelo, privacidade, performance e custo. Ela suporta provedores como OpenAI, Anthropic, Google Gemini e provedores compatíveis com OpenAI, sem markup no uso de tokens.
- Plugins MCP: a Kodus consegue trazer contexto externo para o review por meio de plugins MCP. Esse contexto pode vir de ferramentas como Jira, Linear, Notion, Slack, Google Docs ou servidores MCP customizados, ajudando a Kody a validar um PR contra requisitos vinculados, tickets, critérios de aceite, regras de negócio ou documentação interna.
- Validação de lógica de negócio: os times podem definir regras que comparam o PR com requisitos de produto ou comportamento específico do domínio, o que é útil para problemas que um scanner tradicional não entenderia apenas por padrões estáticos.
- Aprendizado com feedback do time: a Kody consegue aprender com sugestões aceitas, rejeitadas e implementadas. Com o tempo, isso ajuda a reduzir feedback que parece tecnicamente correto, mas não combina com os padrões do time.
- Kody Issues: sugestões que não são implementadas podem virar issues de acompanhamento, para que feedback importante de review não desapareça depois que um PR é mergeado.
Prós
A principal vantagem da Kodus é que ela aproxima o feedback de segurança e qualidade do fluxo do desenvolvedor. Em vez de esperar o resultado de um scan separado ou uma revisão em dashboard, o time recebe feedback contextual diretamente onde o código está sendo discutido.
Ela também é mais flexível do que muitos fluxos baseados apenas em regras. Kody Rules permitem que times transformem padrões internos em critérios de review, incluindo expectativas de autenticação, validação de entrada, tratamento de erros, fronteiras de dependência, convenções de nomenclatura, contratos de API pública ou comportamento específico do produto.
O modelo BYOK também importa para times que se preocupam com controle de custo e flexibilidade de fornecedor. Como a Kodus não adiciona markup no uso de tokens, os times podem escolher o provedor de modelo que se encaixa nas suas necessidades e gerenciar o gasto com LLM diretamente.
Outro ponto importante é a extensibilidade. Plugins MCP tornam possível revisar código com contexto que normalmente vive fora do repositório, como tickets, specs, documentação, fluxos internos ou regras de negócio.
Contras
A Kodus não é a melhor opção se a empresa quer apenas um scanner SAST tradicional com cobertura ampla de AppSec, dashboards de compliance e gestão centralizada de políticas de segurança em uma única plataforma enterprise.
Ela também funciona melhor quando o time está disposto a definir regras, conectar contexto e ajustar o processo de review. Se o objetivo é apenas ligar um scanner genérico e lidar com alertas fora do fluxo de PR, ferramentas como SonarQube, Snyk Code, Semgrep, Checkmarx ou Veracode podem se encaixar melhor nessa expectativa.
Preço
O plano Community é gratuito. O plano Teams custa US$10 por desenvolvedor por mês com BYOK. Enterprise está disponível com preço customizado.
2. SonarQube

SonarQube Cloud e SonarQube Community Build continuam aparecendo em quase toda conversa sobre qualidade e segurança de código. Isso acontece porque o Sonar faz parte do dia a dia de muitos times há bastante tempo e resolve um problema muito concreto: dar feedback contínuo sobre qualidade, bugs, vulnerabilidades e cobertura sem exigir um processo AppSec separado.
Ele não é o SAST mais especializado da lista, e não tenta ser uma plataforma focada apenas em segurança de aplicações. Seu valor está mais na combinação de análise de código, quality gates, cobertura, regras de merge e integração com o fluxo de desenvolvimento.
Para empresas que querem combinar qualidade e segurança na mesma camada de governança, o Sonar ainda faz muito sentido. Ele ajuda a criar critérios mínimos para que o código entre na codebase, especialmente em times que precisam padronizar práticas em vários repositórios.
Nos ciclos recentes, a plataforma também começou a conversar mais com o contexto de IA, com recursos como AI Code Assurance e AI CodeFix. Isso coloca o Sonar em uma posição um pouco mais atual, especialmente para times preocupados com a qualidade de código gerado ou alterado com apoio de IA.
Prós
O principal valor do Sonar está na combinação de análise contínua e governança simples de manter. Quality gates, feedback em PR, integração com IDE e suporte a várias linguagens ajudam a colocar qualidade e segurança dentro do fluxo normal do time.
Outro ponto importante é que ele atende times em estágios muito diferentes. Community Build funciona como porta de entrada para quem quer rodar self-managed sem custo. SonarQube Cloud simplifica a adoção para quem prefere não operar infraestrutura. E as edições maiores cobrem cenários com requisitos mais fortes de governança.
Para empresas que não querem tratar qualidade e segurança como duas compras completamente separadas, o Sonar continua sendo uma opção prática. Ele não cobre tudo que uma stack AppSec mais completa cobre, mas ajuda bastante a criar um padrão mínimo de qualidade por projeto.
Contras
O principal cuidado é profundidade em AppSec. O Sonar cobre vulnerabilidades e security hotspots, mas não é necessariamente a escolha mais adequada quando a prioridade é segurança de aplicações em um nível mais especializado, como ferramentas focadas em SAST, políticas avançadas ou análise mais customizada.
Também vale entender bem o modelo baseado em LOC, especialmente no SonarQube Cloud. Em organizações com muitos projetos privados, monorepos grandes ou codebases mais antigas, esse ponto pode aparecer cedo na fatura.
Outro cuidado é não esperar que o Sonar funcione como um reviewer contextual de PR. Ele é muito bom aplicando regras, quality gates e padrões de análise, mas não tem a mesma proposta de entender histórico do repositório, regras específicas de produto ou decisões arquiteturais do time.
Preço
No SonarQube Cloud, o plano Free cobre até 50k LOC privadas e 5 membros. O plano Team começa em US$32 por mês. O plano Enterprise tem preço customizado. O SonarQube Community Build self-managed é gratuito.
3. Snyk Code

Snyk Code, que muita gente ainda conhece como Snyk DeepCode, faz parte da plataforma da Snyk. A proposta é aproximar a segurança do desenvolvedor, cobrindo o fluxo da IDE ao CI sem deixar tudo para uma etapa separada no fim do ciclo.
Ela faz sentido para times que procuram uma ferramenta de SAST mais conectada ao desenvolvimento do dia a dia, mas com uma compra puxada por AppSec. O foco não é fazer um review geral de engenharia, mas encontrar vulnerabilidades, priorizar o que precisa ser corrigido e ajudar o time a resolver mais cedo.
A Snyk também se encaixa bem em empresas que querem concentrar SAST, SCA, IaC e segurança de containers na mesma plataforma. Para times que já usam Snyk para dependências ou governança de segurança, o Snyk Code entra quase como uma extensão natural do fluxo.
O ponto que merece atenção é o modelo comercial. A Snyk vende a plataforma por módulos, então o custo real depende do pacote adotado, dos produtos incluídos e do volume de uso. Para times pequenos, isso pode ficar mais caro do que parece quando se olha apenas o preço de entrada. Também vale olhar com cuidado onde entram recursos como AI Fix, governança avançada e regras customizadas.
Prós
O principal ponto da Snyk é a experiência developer-first. O feedback aparece cedo, na IDE, CLI, SCM ou CI, então o desenvolvedor consegue corrigir alguns problemas antes que eles virem ticket ou backlog de segurança.
Outro ponto importante é a integração com o restante da plataforma. Para times que já lidam com dependências vulneráveis, IaC, containers e políticas de AppSec, usar o Snyk Code dentro da mesma stack pode simplificar a operação.
O lado da correção também ajuda. Recursos como DeepCode AI Fix e Snyk Agent Fix reduzem a distância entre encontrar um problema e abrir um caminho para corrigi-lo, o que é especialmente útil em times com um backlog de segurança acumulado grande.
Contras
O cuidado é não esperar que o Snyk Code funcione como um reviewer de PR profundamente contextual, no nível de arquitetura, histórico do repositório e regras específicas de produto. Ele é mais centrado em segurança do que em entender como o time revisa código no dia a dia. Times que querem cobertura AppSec parecida com outro fluxo de review ou mais controle sobre o comportamento do code review podem querer comparar alternativas ao Snyk antes de decidir.
Também vale olhar com cuidado para o preço. Como a plataforma é modular, a fatura pode subir conforme entram mais produtos, integrações, limites maiores e recursos avançados.
Regras customizadas existem, mas não parecem ser o caminho de entrada mais simples para todo time. Em geral, esse tipo de recurso tende a fazer mais sentido em planos maiores ou em times com uma operação AppSec mais madura.
Preço
No plano Team, a Snyk começa em US$25 por desenvolvedor contribuidor por mês, com mínimo de 5 desenvolvedores. Há um plano Free com limites, e os planos Ignite e Enterprise têm preço customizado.
4. Checkmarx One AI

Checkmarx One continua sendo uma referência conhecida no mercado enterprise de AppSec. A plataforma cobre SAST, SCA, segurança de API, DAST, containers, IaC, secrets e recursos mais novos de remediação assistida por IA.
É uma ferramenta que normalmente faz sentido quando a empresa já tem um programa formal de AppSec, com necessidade de centralizar scanners, políticas, triagem e correções na mesma plataforma. Não é uma solução pensada para adoção pequena ou muito simples. Ela se encaixa melhor em organizações que já tratam segurança de aplicações como parte da governança de engenharia.
A camada Checkmarx One Assist reforça esse posicionamento. Developer Assist leva detecção e orientação para dentro da IDE, cobrindo SAST, SCA, IaC, secrets e packages. A ideia é reduzir a distância entre encontrar uma vulnerabilidade e orientar a correção, especialmente em empresas com alto volume de código e um backlog de segurança acumulado grande.
Em uma comparação prática, Checkmarx não é a melhor opção da lista para alguns times. Ela faz mais sentido para empresas que precisam de cobertura ampla, controle centralizado e um processo AppSec mais estruturado.
Prós
O principal valor do Checkmarx é a cobertura enterprise. Ele reúne vários tipos de análise na mesma plataforma, o que ajuda empresas que precisam lidar com código proprietário, dependências, APIs, containers, IaC e secrets sem espalhar tudo em ferramentas separadas.
Outro ponto importante é a centralização do processo. Para times de AppSec que precisam acompanhar achados, priorizar risco, orientar correções e manter políticas entre vários repositórios, o Checkmarx oferece uma base mais completa do que ferramentas focadas em apenas uma parte do problema.
A camada assistida por IA também ajuda no fluxo de remediação. Developer Assist leva orientação para mais perto do ambiente onde o desenvolvedor trabalha, o que pode reduzir parte das idas e vindas entre AppSec e engenharia.
Contras
O principal cuidado é a complexidade de adoção. Venda consultiva, bundles, add-ons e operação enterprise podem fazer sentido para uma organização grande, mas viram coisa demais para times menores ou para quem quer testar uma ferramenta rapidamente.
Também é uma plataforma em que o valor aparece melhor quando já existe maturidade interna. Sem um processo AppSec mais claro, parte da cobertura pode virar apenas mais uma fila de achados para triagem.
Outro ponto é que o Checkmarx tende a ser menos atraente para squads que querem uma porta de entrada simples, setup rápido e foco direto no fluxo de PR. Nesses casos, ferramentas mais leves podem se encaixar melhor.
Preço
O Checkmarx não publica uma tabela aberta de preços. O modelo é de preço customizado, com bundles e pacotes definidos de acordo com o cenário da empresa.
5. GitHub Advanced Security (CodeQL)

CodeQL é uma das ferramentas mais conhecidas desta lista quando a conversa é análise semântica. Em vez de apenas procurar padrões conhecidos, ele trata código como dados consultáveis. Isso torna possível analisar fluxo, encontrar variantes de vulnerabilidades e criar queries customizadas com um nível de profundidade que poucas ferramentas oferecem.
Na prática, ele faz muito sentido para empresas que já estão no ecossistema GitHub e querem levar code scanning para o fluxo normal de desenvolvimento. Alertas em PR, query packs, security overview e integração com GitHub Code Security tornam a experiência mais simples para times GitHub-first.
O ponto de atenção é que o CodeQL entrega mais quando existe capacidade técnica para ir além do uso básico. A ferramenta consegue rodar com scans prontos, mas o diferencial aparece quando o time consegue trabalhar com queries, ajustar workflows e criar suas próprias checagens ao longo do tempo.
É por isso que ele não é necessariamente a opção mais simples para todo time. É uma boa ferramenta para quem quer profundidade e já tem maturidade para operar esse tipo de análise, mas pode exigir mais esforço de times que procuram uma entrada rápida e com pouca customização.
Prós
O principal diferencial do CodeQL é a profundidade da análise. Para vulnerabilidades que dependem de dataflow, relações entre funções e um entendimento mais semântico do código, ele continua sendo uma das opções mais completas.
Outro ponto importante é a integração com o GitHub. Alertas de code scanning, security overview, dependency review e Copilot Autofix criam uma experiência mais simples para empresas que já centralizam o desenvolvimento na plataforma.
A capacidade de criar queries customizadas também importa. Times com mais maturidade em AppSec podem transformar padrões internos, classes de vulnerabilidade e casos específicos da codebase em suas próprias análises.
Contras
O principal cuidado é o ecossistema. CodeQL pode ser usado em outros contextos, mas parte da vantagem operacional está na integração nativa com o GitHub. Fora de ambientes GitHub-first, pode exigir mais trabalho para entregar uma experiência parecida.
Outro ponto é a curva técnica. CodeQL é muito bom, mas tirar mais da ferramenta exige pessoas confortáveis com linguagem de query, fluxos de segurança e manutenção de checagens ao longo do tempo.
Também é importante não tratar CodeQL como uma ferramenta “plug and play” para todo cenário. O uso básico já ajuda, mas a parte mais interessante aparece quando existe uma operação de segurança preparada para customizar e manter a análise.
Preço
Na oferta GitHub Code Security, o preço público é US$30 por committer ativo por mês. Para repositórios privados, ele funciona como add-on dentro do ecossistema GitHub Team ou Enterprise. Para repositórios públicos no GitHub.com, alguns recursos de segurança estão disponíveis gratuitamente.
6. Semgrep

Semgrep continua sendo uma das opções mais conhecidas quando a conversa é SAST com customização e integração direta com o fluxo do desenvolvedor.
Ele ficou conhecido por combinar regras prontas, regras customizadas e adoção mais leve do que muitas plataformas enterprise tradicionais. Hoje, a plataforma já vai além de SAST e inclui SCA, secrets, reachability e recursos de IA para triagem e remediação.
Na prática, ele faz muito sentido para times que querem adaptar a análise ao jeito como trabalham, sem depender apenas de checagens genéricas. Você pode usar regras da comunidade, escrever suas próprias regras, rodar em CI, integrar com PRs e trazer parte da análise para o fluxo normal de desenvolvimento.
O ponto de atenção é que o Semgrep funciona melhor quando alguém no time cuida das regras, políticas e ajustes. Em times que só querem ligar a ferramenta e nunca mais mexer, parte do potencial acaba subutilizada.
Prós
O principal diferencial do Semgrep é a customização de regras. Times que já sabem quais padrões querem reforçar conseguem transformar isso em análise concreta sem depender apenas de um pacote fechado de checagens.
A cobertura também é ampla. Semgrep oferece SAST, SCA e detecção de secrets, integra com IDE e CI/CD, e a documentação menciona suporte a mais de duas dezenas de linguagens, com análise cross-file e reachability em algumas delas.
Outro ponto importante é que ele atende bem tanto times menores quanto operações AppSec mais maduras. Um time pode começar com regras prontas e evoluir para políticas mais específicas conforme o processo amadurece.
Contras
O principal cuidado é operacional. Semgrep entrega mais quando existe alguém mantendo regras, políticas e critérios de triagem. Sem esse cuidado, a ferramenta ainda ajuda, mas tende a ficar mais próxima de um scanner comum.
Outro ponto é que ele ainda é mais centrado em AppSec do que em review geral de engenharia. Para analisar decisões de produto, histórico do repositório, arquitetura específica e memória do time, outras abordagens podem fazer mais sentido.
Também é importante olhar para os limites dos planos. Recursos como suporte a SCM on-prem, integrações CI/CD customizadas, infraestrutura dedicada e ausência de limite de repositório ou contribuidores aparecem no Enterprise.
Preço
Semgrep tem um plano Free para até 10 contribuidores. No Teams, Code e Supply Chain começam em US$30 por contribuidor por mês, enquanto Secrets começa em US$15 por contribuidor por mês. O plano Enterprise tem preço customizado.
7. Aikido

Aikido não deve ser lido apenas como uma ferramenta de SAST. Ele funciona mais como uma plataforma all-in-one de segurança de código e cloud, e isso muda como o produto deve ser avaliado.
Ele cobre SAST, SCA, IaC, secrets, cloud, runtime, containers e remediação com IA. Para empresas que querem reduzir o número de ferramentas separadas, Aikido pode fazer sentido porque concentra várias frentes de AppSec em uma única camada operacional.
No escopo deste artigo, ele aparece porque cobre checagens em PR, IDE, regras customizadas, autofix e análise orientada a risco. Mas a compra não gira apenas em torno de SAST. O centro da proposta é uma plataforma mais ampla para segurança de aplicações e cloud.
O lado de AI SAST também se destaca porque tenta ir além das regras tradicionais. A proposta é encontrar classes de problemas que scanners mais estáticos geralmente têm dificuldade de pegar, como falhas de lógica, controles de acesso quebrados e fluxos que dependem mais do contexto da aplicação.
Prós
O principal ponto do Aikido é a amplitude do pacote. Um time consegue olhar para segurança de código, dependências, IaC, cloud, containers e secrets dentro da mesma plataforma. Isso ajuda principalmente empresas menores ou times com uma equipe AppSec enxuta que não querem operar várias ferramentas separadas.
A camada de remediação com IA também ajuda o fluxo. Em vez de apenas apontar o problema, a plataforma tenta aproximar a correção de onde o desenvolvedor trabalha, tanto no PR quanto na IDE.
Outro ponto positivo é a transparência comercial. O Aikido publica preços com mais clareza do que muitos vendors enterprise, o que torna a avaliação inicial mais fácil e evita depender de uma conversa com vendas logo no começo.
Contras
O principal cuidado é profundidade por linguagem e stack. A própria documentação mostra que alguns recursos, como análise taint cross-file, têm suporte mais completo em certas stacks do que em outras. Em uma POC séria, isso precisa ser testado na codebase real da empresa.
Também vale lembrar que o Aikido é uma plataforma ampla. Para quem procura apenas SAST puro, parte do pacote pode ser maior do que o necessário.
Outro ponto é que times com mais maturidade em AppSec ainda podem preferir ferramentas mais especializadas para casos específicos, especialmente quando precisam de regras muito avançadas, ajuste profundo ou uma operação já construída em torno de outro scanner. É normalmente aí que olhar com mais cuidado para alternativas ao Aikido se torna útil.
Preço
O plano Developer é gratuito para até 2 usuários. O plano Basic começa em US$300 por mês, incluindo 10 usuários. O plano Pro começa em US$600 por mês, também incluindo 10 usuários. O plano Enterprise tem preço customizado.
8. Endor Labs

Endor Labs ficou conhecido primeiro por supply chain e reachability, mas hoje também está puxando a conversa para AI SAST e code review de segurança com IA.
A proposta é atacar um problema muito comum em AppSec: reduzir ruído e aproximar a análise do que pode realmente ser explorado. Em vez de tratar todo achado como igual, a plataforma tenta priorizar o que tem maior chance de representar risco real para a aplicação.
Na camada SAST, a Endor usa Opengrep junto com análise de IA para classificar achados como verdadeiros positivos ou falsos positivos. Na camada AI SAST, a promessa é chegar mais perto do raciocínio de um engenheiro de segurança, olhando para fluxos multi-file, relações entre funções e defeitos mais difíceis de pegar com regras simples.
Também existe uma camada de AI Security Review para PRs. Ela leva parte dessa análise para o fluxo de code review, mas hoje ainda parece mais restrita: a documentação posiciona o recurso para GitHub e em beta.
Na comparação, Endor Labs faz mais sentido em empresas onde o volume de achados já virou um problema operacional. Não parece ser uma compra leve ou self-serve para todo time. O fit é melhor em organizações com AppSec mais maduro, muitas dependências, muitos repositórios e uma necessidade clara de priorização.
Prós
O principal ponto da Endor Labs é a combinação de supply chain, reachability e análise de segurança com IA. Para times sofrendo com alertas demais, isso ajuda a separar melhor o que merece atenção do que provavelmente não vai virar risco real.
Outro ponto importante é a tentativa de reduzir falsos positivos em SAST. A classificação com IA ajuda a atacar uma das dores mais antigas desse tipo de ferramenta: o backlog cheio de achados em que ninguém confia o suficiente para corrigir.
A análise mais contextual também ajuda em cenários complexos. Fluxos entre arquivos, múltiplas funções e dependências indiretas costumam ser difíceis para scanners mais simples, e é exatamente aí que a Endor tenta se diferenciar.
Contras
O principal cuidado é o perfil de adoção. Endor Labs parece mais um produto enterprise do que uma ferramenta simples para começar em poucos minutos. Para squads pequenos ou times sem uma operação AppSec mais clara, pode ser mais produto do que o necessário.
O escopo do AI Security Review também precisa ser confirmado. Com base no posicionamento atual, ele ainda parece mais restrito ao GitHub e em beta, então precisa ser validado antes de virar critério de compra.
Preço
Endor Labs não publica uma tabela aberta de preços. O modelo é de preço customizado.
9. Veracode

Veracode é um dos nomes mais tradicionais desta lista. Isso ainda conta muito em empresas grandes, reguladas ou com muitos sistemas diferentes, incluindo aplicações legadas.
Ela não é a ferramenta mais nova da comparação, e não tenta vender uma experiência de adoção leve. O ponto dela é cobertura ampla, processo mais estruturado e uso em ambientes onde segurança precisa passar por governança, auditoria e critérios bem definidos.
O SAST da Veracode funciona com análise de código-fonte, binário compilado ou uma combinação dos dois. Esse detalhe importa em empresas com stacks variadas, sistemas mais antigos e times distribuídos, onde o fluxo nem sempre é tão simples quanto “abriu um PR, roda o scanner, corrige ali mesmo”.
Na comparação, Veracode faz mais sentido para organizações que já têm uma operação AppSec mais madura. Para squads que querem algo mais simples, mais próximo do PR e com mais autonomia local, outras ferramentas podem se encaixar melhor no dia a dia.
Prós
O principal ponto da Veracode é a cobertura. A documentação pública destaca suporte a mais de 100 linguagens e frameworks, o que ajuda bastante em empresas com portfólios grandes e aplicações em stacks diferentes.
Outro ponto importante é a análise de binário e bytecode. Isso ainda é útil em ambientes onde a empresa precisa avaliar aplicações sem depender apenas de código-fonte, ou onde há sistemas legados difíceis de padronizar.
O lado de remediação com Veracode Fix também ajuda a aproximar segurança do fluxo de desenvolvimento. Para empresas que já usam a plataforma em escala, isso pode reduzir parte do esforço entre encontrar uma falha e orientar a correção.
Para organizações reguladas, a combinação de cobertura, histórico de mercado e integração com SDLC continua sendo um motivo claro para considerar a Veracode.
Contras
O principal cuidado é o esforço operacional. Veracode normalmente faz mais sentido em empresas que já têm processo AppSec, governança e times preparados para operar uma plataforma desse tamanho.
Para times pequenos ou squads que querem adoção rápida e mais leve, ela pode parecer grande demais para o problema.
Também não seria minha primeira escolha se a prioridade fosse flexibilidade no nível do time, customização rápida de workflow ou uma experiência mais aberta em torno de modelo, contexto e regras específicas de produto.
Preço
Veracode não publica uma tabela de preços self-serve para SAST. O modelo é de preço customizado.
10. Mend.io

Mend.io foi além da sua origem em segurança open source. Hoje, ela se apresenta como uma plataforma de AppSec e segurança de IA, cobrindo SAST, SCA, containers, automação de updates e governança de componentes de IA.
Isso muda como o produto deve ser avaliado. Em vez de olhar para a Mend apenas como um scanner SAST, muitas empresas vão ver a ferramenta como uma forma de levar mais partes da operação de segurança para uma única camada.
No eixo de código, a Mend combina SAST com SCA, priorização baseada em reachability, correções com IA e integração com assistentes de programação. Isso ajuda empresas que lidam ao mesmo tempo com vulnerabilidades em código proprietário, dependências open source e código gerado com apoio de IA.
Também existe um ângulo claro de governança. A Mend tenta capturar risco mais cedo, inclusive em ferramentas como Cursor, Windsurf e Copilot, antes que o problema chegue ao PR ou vire backlog de segurança.
Prós
O principal ponto da Mend é a tentativa de trazer segurança de código, dependências e segurança de IA para a mesma plataforma. Para empresas que já sofrem com várias ferramentas separadas, isso pode simplificar parte da operação.
A plataforma também ajuda em cenários onde dependências, updates e reachability já consomem muito tempo do time. Em vez de apenas listar vulnerabilidades, a Mend tenta priorizar melhor o que precisa de atenção e reduzir parte do trabalho manual de correção.
Outro ponto importante é sua presença em fluxos com assistentes de programação. Para empresas preocupadas com código gerado por IA, isso coloca a Mend em uma conversa mais atual do que ferramentas focadas apenas em SAST tradicional.
Contras
O principal cuidado é escopo. Para alguns times, Mend pode ser plataforma demais para um problema que ainda é pequeno ou muito localizado.
Também é importante validar a experiência na IDE e o fluxo real do time. Como parte da documentação mostra transições em plugins e integrações, vale testar na stack da empresa antes de tratar isso como critério decisivo.
Outro ponto é custo. A proposta completa passa por AppSec, supply chain e segurança de IA, então a fatura pode ficar alta para times que querem resolver apenas SAST isoladamente.
Preço
Na página de preços, a Mend lista o plano AppSec em até US$1.000 por dev/ano, AI Premium em até US$300 por dev/ano e Renovate Enterprise em até US$250 por dev/ano.
11. Socket

Socket aparece nesta lista porque segurança de código não vive mais separada de supply chain. Em muitas empresas, o risco mais urgente não está no código proprietário, mas em dependências vulneráveis, pacotes maliciosos e alertas de CVE que nem sempre afetam a aplicação.
A plataforma nasceu em segurança de software supply chain e ainda é mais especializada nisso do que em SAST tradicional. O foco está em vulnerabilidades e comportamento de dependências, reachability, malware, enforcement de políticas, GitHub Actions, modelos de IA e firewall no momento da instalação.
Ela já adicionou SAST básico, secrets, container scanning e análise de modelos de IA, mas não deve ser lida como uma ferramenta focada principalmente em código proprietário. O ponto da Socket é ajudar o time a entender melhor o risco que vem do ecossistema open source e cortar parte do ruído que normalmente bloqueia a triagem.
Se o principal problema do time é “não aguento mais um dashboard cheio de CVEs irrelevantes”, Socket entra cedo na comparação. Se a prioridade é encontrar falhas de lógica, bypass de autenticação ou problemas de fluxo dentro do código da aplicação, ela funciona melhor como complemento a uma ferramenta SAST mais focada em código first-party.
Prós
O principal diferencial da Socket é reachability. A plataforma tenta mostrar quais vulnerabilidades podem realmente afetar a aplicação, em vez de tratar todo CVE em uma dependência como a mesma prioridade.
Outro ponto importante é a análise de comportamento de pacotes. Em supply chain, o risco não vem apenas de vulnerabilidades conhecidas. Pacotes maliciosos, typosquatting, scripts suspeitos e mudanças perigosas em dependências também contam.
A proteção no momento da instalação também ajuda. Socket Firewall consegue bloquear pacotes suspeitos antes que eles entrem no ambiente do desenvolvedor, o que reduz uma classe de problemas que scanners tradicionais geralmente pegam tarde demais.
O preço público também torna a avaliação inicial mais fácil. Para times menores, é mais simples entender a fatura antes de falar com vendas.
Contras
O principal cuidado é expectativa. Socket não é a ferramenta que eu colocaria como primeira escolha para análise profunda de código proprietário, lógica de negócio ou fluxos internos de aplicação. O foco da plataforma ainda é supply chain.
Ela pode complementar muito bem uma stack AppSec, mas não necessariamente substitui uma ferramenta SAST mais dedicada ao código interno.
Também vale olhar com cuidado para o que entra em cada plano. Dependendo do nível de análise, volume de repositórios e necessidades de governança, o plano mais simples pode não cobrir tudo que o time precisa.
Preço
A Socket publica um plano Free, um plano Team por US$25 por desenvolvedor por mês, um plano Business por US$50 por desenvolvedor por mês e Enterprise com preço customizado.
12. Codacy

Codacy é uma opção quando a empresa quer combinar qualidade, segurança e guardrails em uma plataforma simples de ligar e operar.
Ela não tenta ocupar o mesmo lugar de uma ferramenta SAST altamente especializada. A proposta aparece mais como uma camada prática para análise contínua, quality gates, feedback em PRs, AI guardrails e visibilidade por repositório e time.
Para alguns times, é exatamente isso que falta. Não necessariamente uma ferramenta mais profunda, mas uma forma mais simples de manter padrões de qualidade e segurança dentro do fluxo normal de desenvolvimento.
A Codacy também se destaca pelo modelo comercial mais previsível. A empresa apresenta planos sem limites de uso, o que pode tornar a fatura mais fácil para times que não querem estimar consumo por análise, repositório ou execução.
Prós
O principal ponto da Codacy é a adoção simples. A plataforma tenta evitar complexidade demais no pipeline e levar feedback rápido para o PR e a IDE.
A cobertura combina bem com a proposta do produto. São 49 linguagens e frameworks, com SAST, secrets, checagem de dependências, detecção de pacotes maliciosos, dashboards e AI guardrails.
Outro ponto importante é o foco em enforcement no fluxo do desenvolvedor. Em vez de deixar qualidade e segurança apenas em um dashboard separado, a Codacy tenta levar esses sinais para onde o time já trabalha.
Para times que querem melhorar qualidade e segurança sem reestruturar o processo inteiro, isso ajuda bastante.
Contras
O principal cuidado é profundidade. Codacy faz mais sentido como plataforma operacional para análise contínua do que como único motor SAST para casos mais complexos.
Também é importante considerar limitações de SCM. A documentação pública mostra foco em GitHub Cloud, GitLab Cloud e Bitbucket Cloud. No momento, não há suporte para Git on-premise ou Azure Repos.
Outro ponto é que, em empresas com uma operação AppSec mais madura, Codacy pode se encaixar melhor como camada de qualidade e guardrails do que como substituto direto de ferramentas mais especializadas.
Preço
A Codacy oferece um plano Developer gratuito. O plano Team começa em US$18 por desenvolvedor por mês no anual ou US$21 no mensal. O plano Business tem preço customizado.
Comparação completa das ferramentas de SAST em 2026
| Ferramenta | Categoria | Melhor para | Diferencial | Regras | Contexto / IA | Deploy | Preço | Leitura prática |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Kodus | AI code review + checagens de segurança em PRs | Times que querem feedback de segurança e qualidade dentro de pull requests | Kody Rules, BYOK, plugins MCP, contexto do repositório, aprendizado com feedback e Kody Issues | Regras fortes definidas pelo time no nível do arquivo e do pull request | Contexto do repositório, contexto de negócio via MCP e aprendizado com feedback | Cloud, self-hosted, GitHub, GitLab, Bitbucket e Azure DevOps | Grátis; Teams US$10/dev | Melhor opção para review contextual de segurança no fluxo do PR, não apenas achados de scanner em um dashboard |
| Snyk Code | SAST dev-first | Times que querem segurança cedo na IDE, PR e CI | Ecossistema developer-first e correções guiadas | Disponíveis, com mais valor em planos mais altos | DeepCode AI e autofix em tiers mais altos | IDE, CLI, GitHub, GitLab, Bitbucket, Azure Repos | US$25/dev/mês | Bom para AppSec dev-first, menos flexível em controle |
| Semgrep | SAST flexível | Times AppSec que querem regras fortes e ajuste real | Regras customizadas, motor maduro e boa profundidade | Muito forte, com regras customizadas e registry | IA para triagem e remediação | Local, CI, cloud, on-prem | Grátis; Code US$30/contribuidor | Excelente escolha para SAST clássico com alto controle |
| SonarQube | Qualidade + segurança | Empresas que querem combinar qualidade de código e segurança | Análise de PR, governança baseada em LOC e AI CodeFix | Boas políticas e quality gates | Segurança e qualidade no mesmo fluxo | Cloud e Server | A partir de US$32/mês | Muito bom para governança e padronização em escala |
| CodeQL | Análise semântica | Organizações GitHub-first com AppSec técnico | Queries customizadas e análise de variantes | Muito forte, mas mais técnico | Análise semântica profunda via GitHub Code Security | GitHub Enterprise | US$30/committer/mês | Muito poderoso, mas complexo para times pequenos |
| Aikido | AppSec modular | Times que querem uma plataforma ampla com SAST e AI SAST | Cobertura AppSec ampla com remediação assistida por IA | Regras customizadas em planos pagos | AI SAST e feedback em PR | GitHub, GitLab, Bitbucket, Azure DevOps | Basic US$300/mês | Bom para consolidar AppSec sem várias ferramentas |
| Endor Labs | AI SAST + reachability | Enterprises sofrendo com muito ruído | Exploitability e priorização contextual | Mais orientado a políticas corporativas | AI SAST e review de segurança em PR | SCM, IDE, CI | Preço customizado | Forte quando o problema é um backlog de falsos positivos |
| Checkmarx Assist | AppSec enterprise | Organizações grandes com SDLCs complexos | Developer Assist na IDE e plataforma madura | Governança corporativa forte | Remediação contextual e suporte agentic | IDE e ecossistema Checkmarx | Preço customizado | Compra tradicional de plataforma AppSec enterprise |
| Veracode | SAST enterprise | Empresas reguladas, sistemas legados e portfólios grandes | Cobertura ampla e análise binária | Boa governança, menos flexível que opções abertas | Foco em precisão e remediação guiada | Cloud, IDE e CI/CD | Preço customizado | Forte para enterprise tradicional e compliance |
| Mend.io | AppSec + segurança de IA | Unificar risco first-party e OSS | SAST + SCA + correções com IA + reachability | Boa governança e automação | Integração com assistentes de programação e remediação assistida | IDE, repo, CI, Windsurf, Copilot | Até US$1k/dev/ano | Boa compra para consolidar AppSec em enterprise |
| Socket | Segurança de supply chain | Times com alto risco em dependências | Análise de malware e comportamento de pacotes | Políticas por repo e labels | Contexto de pacotes e supply chain | GitHub, CLI, MCP, CI | Team US$25/dev/mês | Excelente complemento para risco em dependências |
| Codacy | Guardrails de qualidade | Times cloud que querem adoção simples | AI Guardrails na IDE e custo previsível | Regras de scan customizadas e padrões globais | Feedback em PR com IA e dashboards | GitHub, GitLab e Bitbucket Cloud | US$18/dev/mês | Escolha para guardrails sem operação pesada |
FAQ
O que é uma ferramenta de SAST?
Uma ferramenta de SAST analisa código-fonte, bytecode ou binários sem executar a aplicação. Ela ajuda a encontrar vulnerabilidades, padrões inseguros, secrets hardcoded, riscos de injection e outros problemas de segurança cedo no desenvolvimento.
Qual é a melhor ferramenta de SAST para a maioria dos times em 2026?
Se a sua definição de SAST for estritamente um motor clássico de análise estática, Semgrep e CodeQL estão entre as escolhas mais fortes. Mas se a pergunta for mais prática, ou seja, qual ferramenta realmente ajuda a detectar risco no fluxo real de desenvolvimento, com contexto, regras customizadas e menos fricção, a Kodus se destaca como a opção mais completa para a maioria dos times modernos.
Por que a Kodus aparece tão forte nesta lista se ela não é uma ferramenta SAST clássica pura?
Porque o mercado mudou. Hoje, muitos times não precisam apenas de um scanner que gera alertas. Eles precisam de análise estrutural útil no PR, na CLI e no fluxo do time. A Kodus combina análise baseada em AST, dependências entre módulos, regras em linguagem natural, contexto do repositório, checagens cross-file e severidade configurável. Na prática, isso a coloca como uma opção muito boa de SAST, especialmente para times que querem mais controle e menos ruído.
Qual ferramenta tem as melhores regras customizadas?
Semgrep continua sendo uma forte referência em regras customizadas para AppSec técnico. Mas a Kodus merece atenção porque torna esse processo muito mais acessível no dia a dia do time, com regras em linguagem natural, escopo por diretório ou linguagem, categorias e severidade, além de sync com arquivos de regras existentes. Para muitos times, isso é mais prático do que depender apenas de um motor técnico mais rígido.
Qual ferramenta tem o melhor custo-benefício?
Para times que valorizam flexibilidade, previsibilidade e controle, a Kodus tem um dos melhores perfis de custo-benefício da lista. O plano Community é gratuito, Teams custa US$10 por dev/mês e o modelo BYOK evita markup de tokens. Semgrep Free também é uma ótima porta de entrada. Plataformas mais amplas como Snyk, Mend, Veracode e Checkmarx tendem a fazer mais sentido quando a empresa já quer uma estratégia AppSec maior.
Qual é a melhor opção para um monorepo?
A Kodus é uma das opções mais naturais para monorepos porque permite regras por diretório, escopos diferentes por área de código, contexto do repositório e análise mais adaptável ao jeito como o time organiza a codebase. Semgrep também funciona muito bem nesse cenário, especialmente em times com AppSec mais maduro. CodeQL se encaixa melhor quando o ecossistema GitHub já é dominante.
Qual ferramenta é melhor para times que já vivem no GitHub?
CodeQL é a escolha mais natural para organizações GitHub-first que querem análise semântica profunda e integração nativa com GitHub Code Security. Ainda assim, a Kodus continua muito competitiva nesse cenário quando o objetivo é adicionar regras mais flexíveis, contexto de review e uma camada de controle mais adaptável no PR.
Qual ferramenta reduz melhor falsos positivos?
Endor Labs, Semgrep, Aikido e Mend falam bastante sobre redução de ruído, mas por caminhos diferentes. Endor aposta pesado em exploitability e reachability. Semgrep combina ajuste fino com triagem assistida por IA. Aikido tenta capturar bugs mais contextuais com AI SAST. Mend mistura priorização de risco first-party e open source. A Kodus reduz ruído por outro caminho: usa contexto do repositório, histórico do time e regras customizadas para evitar comentários genéricos e achados pouco acionáveis.
Qual ferramenta faz mais sentido para startups e times pequenos?
Kodus, Semgrep Free, Codacy e o plano gratuito da Aikido costumam ser portas de entrada mais acessíveis. A vantagem da Kodus é que ela já entrega uma base forte de análise contextual e customização sem exigir uma plataforma AppSec pesada desde o começo. Para times pequenos, isso geralmente importa bastante.
Qual é a melhor ferramenta open source para SAST?
Semgrep e CodeQL são duas opções bem conhecidas para SAST e análise estática. Semgrep funciona bem para times que querem regras customizadas e adoção mais simples. CodeQL faz mais sentido para times GitHub-first que precisam de análise semântica mais profunda. A Kodus é open source, mas é melhor descrevê-la como uma camada de AI code review e review de segurança em PRs do que como um scanner SAST clássico.
Qual é a diferença entre SAST e DAST?
SAST analisa código sem executar a aplicação, geralmente mais cedo no desenvolvimento. DAST testa uma aplicação em execução do lado de fora e é melhor para comportamento em runtime, endpoints expostos, problemas de configuração e problemas que só aparecem quando a aplicação está ativa.